Galera de Brasília: para que serve agachamento, supino e terra

CARTAZ-BRASILIA

Teremos nosso primeiro curso de Powerlifting em Brasilia, na Nação Crossfit, dias 7 e 8 de setembro. E aí, para que serve isso? Para que aprender a agachar, fazer supino e levantamento terra?

Para começar, porque a maioria de vocês pensa que sabe fazer ou pelo menos é capaz de dublar, mas na verdade não é. É triste, mas a verdade é que os agachamentos, supinos e terra que vemos por aí podem até fazer uma referência poética aos levantamentos (ou exercícios), mas, sinceramente, não são.

Vemos agachamentos que param na metade, agachamentos tipo “bom-dia”, agachamentos com a barra no pescoço ou o joelho para dentro. Vemos de tudo, menos o bom e velho agachamento para valer.

No supino, então, vemos “coreografias para peito” que usam tudo que não precisa, não estabilizam nada e são desastres lesivos pedindo para acontecer no ombro do cidadão.

Levantamento terra é meio desconhecido: é até difícil ver mal feito porque ninguém faz. Em geral, os proprietários de academias para treino de açougue proíbem, pois pode estragar o chão (??!!). Quando vemos um terra, ele lembra a letra “C”.

Assim, o primeiro motivo é ser apresentado a estes belíssimos levantamentos/exercícios que serão – a gente promete – novidade para vocês.

O segundo motivo é a base da nossa proposta pedagógica: dentre os vários elementos fundamentais da motricidade humana, três movimentos são consenso entre todas as tipologias propostas. Estes três são o AGACHAR, o EMPURRAR e o PUXAR. Sim, existem outros. Estes, no entanto, são as letras mais básicas do “alfabeto” do movimento humano.

Os levantamentos do powerlifting – agachamento, supino e levantamento terra – são as formas codificadas mais simples para realização destes elementos básicos do movimento humano. Eles estão na base de tudo e são transferíveis para tudo.

Falando em transferência, ela estará presente durante todo o curso, pois são estes levantamentos com pesos livres, envolvendo muitas cadeias cinéticas e planos, que constituem os movimentos de maior transferabilidade para outras tarefas. Portanto, de maior FUNCIONALIDADE.

Vamos nessa?

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